Olá amigo,
Faz tempo que não escrevo...
Torno a fazer agora por este poema de Cristiano dos Santos Silva, que carinhosamente chamo de meu. Escrito no dia 27.07.2016 enquanto viajo de Escada para Recife:
Faz tempo que não escrevo...
Torno a fazer agora por este poema de Cristiano dos Santos Silva, que carinhosamente chamo de meu. Escrito no dia 27.07.2016 enquanto viajo de Escada para Recife:
Há tempos e templos
Há tempo descontente/
Há templos desconhecidos/
Tudo causa marcas na mente/
Às vezes até o desconhecido//
Há templos desconhecidos/
Tudo causa marcas na mente/
Às vezes até o desconhecido//
Há homens descontentes/
Todos templos esquecidos/
Existe a dor tão insistente/
Que os torna recolhidos//
Todos templos esquecidos/
Existe a dor tão insistente/
Que os torna recolhidos//
A dor vem de querer ser/
Tão perfeito quanto a catedral/
Mas são só o que podem ser/
Com um corpo vil e mortal//
Tão perfeito quanto a catedral/
Mas são só o que podem ser/
Com um corpo vil e mortal//
Esse poema foi inspirado em uma reflexão que fiz ao admirar a igreja que frequento, a saber a Igreja Luterana de Pernambuco. Percebendo o quanto o templo é bonito quando está fechado, a visão que se tem da igreja com aquelas portas de entrada fechadas, olhando do altar em direção a elas, me maravilhei. Percebi que tudo no templo me remetia a perfeição. Percebi que, justamente isto angustiava o ser humano, a impossibilidade de ser igual a catedral. Todos querem e se frustram por não conseguirem. Isso me fez pensar e perceber que por mais esforço fizermos nunca conseguiremos ser perfeitos. Contudo, se nos frustamos por não sermos perfeitos, não precisamos nos desistimular no caminho pois Cristo nos justificará e nos libertará de toda injustiça.

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